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TRISTE ALMA PENADA

por avidarimar, em 21.11.15

Sei que ainda rosnas

Como cão acossado

Ladras de lá bem longe

Entoas no alto do púlpito

Com esse teu ar de monge

Convencido que tais sermões

Te chegam a este lado

 

Não enxergas profundo desprezo

Que nutro realmente por ti

De silêncios e punhaladas

É o mesmo de dezasseis dias

Gravados dentro de mim

Mesmo assim acreditavas

Que guardo o que tu dizias

 

Incomoda-te o meu silêncio

E já rondas os meus passos

A solidão a que és votado

O que te move sem clareza

Se procuras novos laços

Comigo não será com certeza

Vai morrer a outro lado

 

LUMAVITO

20151115

CLVIII

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publicado às 22:36



Pretendo abordar diversos temas da vida de um país, em claro desespero de sintonia entre governados e governantes. A forma pretende ser a poesia, com mais preocupação pelo conteúdo da mensagem que pela forma de estilo.

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