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NOSTALGIA

por avidarimar, em 02.08.15

Tu que não tens rosto nem cor

És o rosto cinzento

Dum estado d’alma

Que invade e se apodera

Do meu corpo melancólico

E o deixa abatido

Escorregando pelo banco de jardim

 

Tu que não tens cor nem forma

Preenches todo o espaço memorial

Que prolifera no meu disco rígido

E pouco me resta

Para além das emergências

 

Não tendo corpo

Que dê corpo à tristeza

Não me rendo ao destino fatídico

E dou a face ao sorriso

Que irradia da tua auréola

Quando me fitas de frente

 

Aí sim

Deixo-me engolir até às tuas entranhas

E revivo

O poder que difundes

 

LUMAVITO

02/08/2015

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publicado às 23:33



Pretendo abordar diversos temas da vida de um país, em claro desespero de sintonia entre governados e governantes. A forma pretende ser a poesia, com mais preocupação pelo conteúdo da mensagem que pela forma de estilo.

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