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E SE A PENUMBRA SE PERPETUASSE

por avidarimar, em 10.06.16

Abro a janela do meu quarto

E a brisa invade o meu espaço

É o bater do coração acelerado

Que me faz pular

Impelido por um safanão

De melancolia ou estardalhaço

E eu atónito

Prostrado

Sinto que o cinzento é fardo

O meu registo bucólico estremece

Sem que nele tenha mando

 

Os dias são cardos ressequidos

As noites são sarugas no estio

Sem que o sol irrompa como prece

E rasgue este horizonte doentio

E libertem os sonhos adormecidos

 

LUMAVITO

CLXXIV

20160609

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publicado às 12:31



Pretendo abordar diversos temas da vida de um país, em claro desespero de sintonia entre governados e governantes. A forma pretende ser a poesia, com mais preocupação pelo conteúdo da mensagem que pela forma de estilo.

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